Maldito seja Baruch de Espinosa
“Pela decisão dos anjos e julgamento dos santos, excomungamos, expulsamos, execramos e maldizemos Baruch de Espinosa… Maldito seja de dia e maldito seja de noite; maldito seja quando se deita e maldito seja quando se levanta; maldito seja quando sai, maldito seja quando regressa… Ordenamos que ninguém mantenha com ele comunicação oral ou escrita, que ninguém lhe preste favor algum, que ninguém permaneça com ele sob o mesmo tecto ou a menos de quatro jardas, que ninguém leia algo escrito ou transcrito por ele.”
Texto da excomunhão de Espinosa da Sinagoga de Amesterdão, 1656
“Espinosa é o mais nobre e merecedor de ser amado dos grandes filósofos. Pode ser que outros o tenham superado intelectualmente, mas eticamente é supremo. Como seria de esperar, foi considerado, ao longo da sua vida e durante o século que se seguiu à sua morte, como um homem de uma perversidade aterradora.”
Bertrand Russell, 1945
24 de Novembro
Pascal Sévérac, Collège International de Philosophie
Déterminisme et Liberté chez Spinoza
Fernando Cabral Pinto, Instituto Piaget
O Socratismo de Espinosa (ou o Espinosismo de Sócrates): a Ética do Desenvolvimento Humano
Luís Machado de Abreu, Universidade de Aveiro
Espinosa, Uma Ética da Condição Humana
Chantal Jaquet, Université de Paris, I, Sorbonne
La Conception des Relations Corps/ Esprit Chez Spinoza et Damásio
25 de Novembro
Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Universidade de Lisboa
Parte da Natureza: Uma Reflexão Sobre a Condição Humana em Espinosa
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